Veja o Que Pode Estar Por Trás de Algumas Tempestades
Vejam neste texto o que pode estar (espiritualmente oculto) por trás de algumas Tempestades, Fenômenos da Natureza, coisas espantosas...
Vamos ler abaixo um texto na Bíblia: Mateus 8:23-32
Jesus domina as circunstâncias
Entrando Jesus no barco, seus discípulos o seguiram. De repente, sobreveio no mar uma violenta tempestade, de tal maneira que as ondas encobriam o barco. Jesus, contudo, dormia. Então, seus discípulos vieram despertá-lo, clamando: “Senhor, salva-nos! Vamos todos morrer!” Mas Jesus disse a eles: “Por que estais com tanto medo, homens de pequena fé?” E, Jesus levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e houve plena calmaria. Então, os homens maravilhados, exclamaram: “Quem é Este que até os ventos e o mar Lhe obedecem?
Jesus domina as forças do mal
Quando Jesus chegou ao outro lado, à província dos gadarenos, foram ao seu encontro dois endemoninhados, saindo dentre os sepulcros. Eram tão agressivos que ninguém podia passar por aquele caminho. E, de repente gritaram: “Que temos nós contigo, ó filho de Deus? Vieste aqui para nos atormentar antes do devido tempo?” Não muito longe deles estava pastando uma grande manada de porcos. Então, os demônios imploravam a Jesus: “Se nos expulsas, permite-nos entrar naquela manada de porcos!” E Jesus lhes disse: “Ide!” Assim que os demônios saíram dos dois homens e entraram nos porcos. De repente, toda a manada de porcos correrram disparadas e atiraram-se violentamente precipício abaixo, em direção ao mar, e nas águas os porcos morreram.
A AUTORIDADE DO REI CELESTIAL
Em Mateus 8:23 a 9:8 vemos a autoridade de Jesus, o Rei celestial. A seqüência de Mateus é maravilhosa. Após Jesus ter revelado que nada possuía deste mundo, nem mesmo um lar ou um lugar para descansar, e de não permitir a Seus seguidores realizar as obrigações dos mortos, o registro do Evangelho de Mateus revela a autoridade desse Rei celestial, Jesus. Embora Jesus nada tivesse deste mundo, Ele tem autoridade. Em Mateus 8:23 a 9:8 essa autoridade tem três aspectos: a autoridade sobre o vento e o mar (Mt 8:23-27), a autoridade sobre os demônios (Mt 8:28-34) e a autoridade para perdoar pecados (Mt 9:1-8).
Veja a Autoridade do Rei Celestial Sobre o Vento e o Mar
A autoridade do Senhor Jesus foi manifestada sobre o vento e o mar. Essa não é uma autoridade comum; antes, deve ser considerada como uma autoridade extraordinária. O Senhor Jesus e seus discípulos estavam em um barco, e “eis que se levantou no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era encoberto pelas ondas. Quando os discípulos, temendo perecer, foram acordar o Senhor Jesus, e Ele disse: 'Por que sois covardes, homens de pouca fé?'” (Mt 8:24-26). A fé vem da Palavra do Senhor e está baseada nessa palavra (Rm 10:17). O Senhor deu a eles a Palavra no versículo 18 ordenando “passar para a outra margem”. Se tivessem crido naquela Palavra, não haveria necessidade de orar com medo como fizeram no versículo 25. A percepção deles da Palavra do Senhor não foi completa; assim eles eram os de pouca fé.
“Então, Jesus levantando-Se, repreendeu os ventos e o mar; e houve plena calmaria” (Mt 8:26). Enquanto o Senhor Jesus e os discípulos estavam navegando pelo mar para expulsar os demônios, alguma coisa no ar e sob o mar começou a causar-lhes dificuldade. No ar havia os anjos caídos, e na água do mar havia os demônios. Assim, a ordem do Senhor Jesus não foi, na verdade, dada ao vento ou ao mar, mas aos anjos caídos no ar e aos demônios debaixo da água do mar. Uma repreensão nunca é dada a coisas sem vida, mas a coisas com personalidade. Jesus, o Rei celestial, repreendeu os ventos e o mar porque no ar estão os anjos caídos (Ef 2:2), e no mar estão os demônios (Mt 8:32). Os anjos caídos no ar e os demônios no mar cooperaram para tentar impedir o Rei Jesus com seus discípulos de ir ao outro lado do mar, porque eles (os anjos caídos e os demônios) sabiam que lá o Senhor Jesus expulsaria os demônios nos dois homens endemoninhados (Mt 8:28-32). Tão logo o Senhor Jesus ordenou aos anjos caídos e aos demônios que parassem, eles imediatamente obedeceram, e houve grande bonança. A grande bonança era um contraste à medida da fé deles, que era pouca (Mt 8:26).
“Então os homens maravilharam-se, dizendo: Quem é Este que até os ventos e o mar Lhe obedecem?” (Mt 8:27). Na verdade, não era o vento e o mar, mas os anjos caídos no ar e os demônios sob o mar que obedeceram à autoridade de Jesus, que é o Rei celestial. Portanto, em Mateus 8:23-27 vemos uma manifestação da autoridade sobrenatural do Senhor Jesus. Ele não tinha ninho nem covil nem lugar para descansar a cabeça neste mundo; entretanto, Ele tem a autoridade sobrenatural sobre o ambiente natural. Jesus é o Rei celestial do reino dos céus. Além Dele, jamais houve na terra um Rei com tal autoridade extraordinária.
A Autoridade de Jesus Sobre os Demônios
Quando o Senhor Jesus veio à terra dos gadarenos, vieram-Lhe ao encontro dois homens que estavam possuídos por demônios. Ao encontrarem o Senhor Jesus, gritaram dizendo: “Que temos nós contigo, filho de Deus? Vieste aqui atormentar-nos antes do tempo?” (Mt 8:29). O Rei Jesus chamou a si mesmo de Filho do Homem (Mt 8:20), mas os demônios o chamaram filho de Deus, tentando-o a apartar-se da sua posição de Filho do Homem. Os demônios perguntaram-lhe se tinha vindo atormentá-los antes do tempo. As palavras “antes do tempo” implicam que Deus determinou um tempo vindouro para que os demônios fossem atormentados e que os demônios conhecem esse tempo.
Os demônios, não querendo ser atormentados antes do tempo, rogaram a Jesus, dizendo: “Se nos expulsas, manda-nos para a manada dos porcos” (Mt 8:31). O fato de os demônios rogarem a Jesus indica que eles estão debaixo do poder e autoridade do Senhor Jesus. O versículo 32 diz: “Jesus, disse-lhes: Ide. E eles, saindo, entraram nos porcos; e eis que toda a manada de porcos precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do mar, e nas águas pereceram”. A palavra “ide” é uma ordem oficial do Rei Jesus, e os demônios a obedeceram. Jesus aceitou o clamor dos demônios para entrar nos porcos, porque os porcos são impuros aos olhos de Deus (Lv 11:7). Incapazes de tolerar ser possuídos pelos demônios, os porcos lançaram-se ao mar. Os demônios concordaram com isso, porque a água do mar é o lugar de habitação deles (Mt 12:43-44). Por isso, há muitas pessoas que fazem oferendas no mar, por terem pactos com os demônios.
A intenção do Senhor Jesus ao permitir que os demônios entrassem nos porcos, não era prejudicar o trabalho dos seus criadores. Os porcos são sujos aos olhos de Deus, por isso o Senhor Jesus destruiu a ocupação impura deles na expectativa de que os que se ocupavam com isso fossem salvos e voltassem a Ele. Os porcos, sendo impuros e condenados por Deus, não deveriam estar presentes.
Quando a notícia sobre os porcos chegou aos seus proprietários, eles ficaram ofendidos. O versículo 34 diz: “E eis que a cidade toda saiu para encontrar-se com Jesus; e, ao vê-Lo, rogaram-Lhe que se retirasse das suas fronteiras” (Mt 8:34). Eles rogaram a Jesus para se retirar, e Ele se retirou (Mt 9:1). O povo da cidade, tendo perdido os seus porcos, rejeitou o Senhor Jesus. Eles queriam os seus porcos impuros, mas não o Rei celestial do reino dos céus. Eles rejeitaram o Senhor Jesus por causa da maneira impura deles de ganhar a vida (R$).
A vinda do Rei celestial a essa região pôs tudo em ordem. Não apenas os demônios foram expulsos dos dois homens, mas os porcos foram afogados. Conseqüentemente, toda a região foi purificada e os demônios retornaram ao seu lugar de habitação. Essa foi uma exibição da autoridade do Senhor Jesus Cristo, o Rei do Reino dos Céus.